Da amizade...
Das inumeras chagas que carregamos,
A pior gangrena a ser limpa
É sempre a que foi
Provocada por um amigo...
Da velhice...
É observando a arquitetura das rugas de cada velho
Que notamos a gravidade de sua batalha contra o tempo,
É quando as rugas não se diferem de cicatrizes
Nem os idosos de gurreiros.
Da morte...
Na carne vale prazer,
No espírito leveza,
Beleza;
Na vida em si o que nos resta
É escolher como morremos.
(...)
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